Comunicação Interna

Olá pessoas,

Hoje resolvi falar um pouco sobre o que a falta de comunicação interna acarreta para uma organização (vou falar um pouco da minha visão e experiências).

Sabemos, que de uma maneira ou de outra, nós sempre nos comunicamos, nem que seja por sinal de fumaça alguns anos atrás. É notável que o ser humano adora se comunicar e é por isso que cada vez cria mais (e mais) meios de nos comunicarmos, de nos aproximarmos (ou não né, por exemplo, quando estamos na mesa com nossos amigos e nem ao menos os olhamos nos olhos, cada um no seu mundo digital), de fato estamos perdendo um pouco de olho no olho, o que é lamentável!

Mas vamos ao objetivo…

RadioCorredor

  • Rádio peão (o famoso telefone sem fio) – A “rádio peão” é um dos destaques que mais vemos nas organizações, o ser humano tem necessidade de estar integrado e quando ele está dentro de uma organização que não se comunica com ele é quando mais vemos a rádio peão agir, notamos que em casos que as empresas se preocupam em ser transparentes e verdadeiras na comunicação com os colaboradores, dificilmente vemos os colaboradores vasculhando por mais informações ou descontentes, pois tudo é claro e definido.

Afinal, de um modo ou de outro, todos querem notícias, porém quando ela não vem pelo modo correto (empresa para colaborador), é procurado por outros meios.

É uma difícil realidade, porém as vezes escutamos casos que o colaborador já estava ciente que iria ser desligado da empresa sem ser efetivamente, isso porque a “fofoca” já chegou até ele.

  • Desmotivação – Quando não existe comunicação os colaboradores ficam desmotivados, eles não sabem o que a organização espera de suas funções, atividades, qual trabalho executar, onde a empresa quer chegar, qual é a história da empresa que ele trabalha, não sente orgulho da trajetória da empresa e o contato que ele tem com a direção é na cesta de natal onde vem um cartão assinado pelo Diretor desejando “Boas festas” impresso em uma gráfica.

É importante a interação da organização com o colaborador, vemos exemplos diários de uma notícia sair no Facebook da empresa e os colaboradores nem ao menos saberem disso (o aniversário da empresa é divulgado em todas as mídias possíveis, porém os colaboradores nem ao menos tem ciência dessa data), isso causa desmotivação, as pessoas se sentem menos importante e valorizadas (é como a esposa traída, todos já sabiam e porque não avisaram?)

  • Ruído – No fundo a empresa até tenta se comunicar e tem ideia da importância, porém não sabe o modo certo, não sabe como atingir seus steakeholders, acha que falando o mesmo assunto com o gerente, supervisor, líder de produção, estoquista, vigia, porteiro, vendedor, faxineira, todos irão entender a mesma mensagem, o que não é verdade, pois da mesma forma que estudamos nosso público-alvo, precisamos entender nossos colaboradores, o que fazem dentro da organização, saber sua faixa etária, nível de escolaridade, o que eles esperam da organização, o que sabem, o que precisam saber, entre outros, e assim traçar a comunicação conforme o público.

Uma triste realidade em uma organização é quando a empresa solta uma promoção nas redes sociais, os clientes começam a ligar e a equipe comercial não sabe do que se trata (parece algo fora da realidade, mas acontece).

É preciso treinar e ensinar as pessoas, é preciso incentivar os diretores, gerentes, líderes, colaboradores a importância e o valor em se comunicar, é preciso saber da importância que isso tem nos resultados.

  • Falta de resultados (produtividade) – Colaborares sem comunicação produzem menos e são menos efetivos, eles são o porta-voz da empresa, como você quer que eles (colaboradores) façam seus clientes acreditarem na sua organização se nem ao menos eles acreditam.

É notável que hoje os clientes externos estão cada vez mais exigentes, com marcas com produtos cada vez mais semelhantes, entre qualidade, preço, confiança, eles acabam optando pelo atendimento diferenciado, como a personalização no atendimento, hoje vemos que as empresas estão começando abrir os olhos para essa realidade do mercado, porém as empresas precisam entender que seus colaboradores nada mais são do que clientes também, eles querem ser ouvidos, querem ter orgulho em trabalhar naquela empresa, defender a marca, serem reconhecidos e serem tratados como únicos e não mais um número, uma cadeira. As empresas precisam se conscientizar que colaboradores não são mais números, que se aquela pessoa sair da vaga em menos de uma semana (ou até menos) ela coloca outra no lugar, mas não é assim que funciona, é muito mais complexo.

Existe uma estimativa que fala que se você teve uma experiência positiva com uma marca, provavelmente elogiará e falará bem da mesma para uma pessoa (uma única), mas caso ela se decepcionar é provável que a pessoa impactada negativamente espalhe para sete pessoas do seu ciclo, mudando um pouco de cenário, digamos que você é um colaborador insatisfeito, e que na sua casa moram você e mais quatro pessoas, provavelmente essas pessoas serão impactadas negativamente por você e fora as pessoas da sua família, supondo que você faz uma faculdade e em aula você tem a oportunidade de comentar as dificuldades que a empresa tem e o quanto está infeliz em trabalhar lá, se essa sala tiver 15 alunos, já são 19 pessoas impactadas (junto com sua família) negativamente sobre uma empresa, sendo que essas 19 pessoas poderiam ser leads para a organização (fora os momentos em que encontra alguns amigos e eles também resolvem perguntar  “- E sua vida como está, como está o trabalho?” pronto, mais algumas pessoas impactadas).

Essa semana tive uma amiga que foi convidada para uma entrevista de trabalho, ela falou que optou por não participar do processo seletivo, eu questionei o porquê, ela falou que descobriu que uma conhecida já trabalhou lá e que ela não deu boas informações da organização enquanto trabalhava lá. (com essa informação da minha amiga, acabei também sendo impactada negativamente sobre essa empresa).

Então finalizo com uma pergunta: Por quanto tempo mais as empresas irão perder ótimos funcionários, leads, clientes, fornecedores, parceiros, credibilidade, confiança, entre outros, pelo simples fato de não se comunicar?

Antes de pensar e falar “- Mas, custa caro comunicar” as empresas deveriam fazer as contas de quanto custa para treinar, qual é a hora homem, quanto custa para contratar, quanto custa para demitir, quanto tempo demora um colaborador se integrar na empresa, quanto custa para reverter uma imagem queimada, entre outros, e quanto custa apenas fidelizar seu colaborador se comunicando, fazer com que ele tenha amor e orgulho por estar ali? Com certeza, em termo de custo se comunicar e fidelizar custa muito menos do que conquistar novas pessoas para seu time e engajá-las.

Comunicação interna vai além da empregabilidade, é a forma de obter aliados e parceiros capazes de levar a organização até seus objetivos.

Colaboradores são as pessoas que irão ajudar a empresa a chegar aonde ela quer.

Abaixo umas dicas 😉

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Juliana Sartorato Mendonça – 09107558

Comunicação e Inclusão Social

O Brasil, principalmente nos últimos 30 anos, passou por grandes transformações sociais e vem numa crescente luta pela igualdade social e pelos direitos das pessoas com deficiência física. Aos poucos as pessoas com deficiência se impuseram perante a sociedade e mostraram que não são elas que devem se adaptar, mas sim a sociedade que deve trabalhar para promover a acessibilidade e incluir essas pessoas.

Durante anos esse grupo lutou para quebrar estigmas e acabar com barreiras impostas pela sociedade, hoje temos uma série de leis que regulamentam e garantem o acesso dessas pessoas ao mundo do trabalho.

Nossa Constituição Federal garante em seus artigos de número 7 e 24 a proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador com deficiência e; proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência, respectivamente.

Esse direito é garantido pela Lei nº 8.213 de 24 de julho de 1991 que diz em seu Art. 93 que a empresa com 100 ou mais funcionárias está obrigada a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados, ou pessoas com deficiência.

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As organizações hoje são instituições de grande relevância social, muitas vezes seus valores, suas ações e sua postura transcendem seu espaço físico e passam a fazer parte da sociedade em que estão inseridas, dai a importância dessas organizações terem uma atuação favorável e adequada á inclusão de pessoas com deficiência, não apenas como cumprimento de suas obrigações legais, mas sim, como principio organizacional.

A criação de leis para garantir que pessoas com deficiência tenham espaço nas instituições, sejam públicas ou privadas, garantiram que essa parcela da sociedade tenha espaço no mundo do trabalho e seja, gradativamente, integrada ao ambiente organizacional, contudo as leis não conseguem garantir que após a inserção desse profissional nas empresas, estas consigam inclui-los totalmente em sua dinâmica interna.

A informação é uma arma poderosa e deve ser sempre usada a favor da organização, portanto, informar a todos das ações que a organização faz, de como ela se atualiza e se prepara para receber o profissional com deficiência, de que forma o profissional que já está integrado é incluído nas dinâmicas da organização é essencial para que os demais colaboradores sintam que o clima organizacional está diferente, e para que estes passem também a se interessar e praticar tais ações, a espelho da organização.

A importância em se abrir para esse novo horizonte, no qual as organizações não apenas incluem, mas integram e transformam sua visão e valores, está no fato de que, as organizações não são mais estruturas isoladas, as organizações-ilhas estão extintas. Hoje, as organizações são uma construção social, constituídas pelo resultado de suas ações, pela imagem gerada e compartilhada pelos seus públicos e pelas políticas e ações que pratica.

As relações públicas são uma função de liderança e gestão que ajuda a organização a atingir seus objetivos, definir sua filosofia e facilitar a sua transformação de acordo com as mudanças e imposições da sociedade, Segundo definições do Conselho Federal de Relações Públicas (CONFERP) relações públicas são responsáveis por ajudar organizações a encontrar sua identidade, seus valores éticos, morais, culturais e organizacionais.

Para tanto, também é sua função sugerir mudanças de postura e atitude. As relações públicas devem ser usadas aqui pelo profissional de comunicação para orientar e levar a organização à compreensão e a prática do processo de inclusão do profissional com deficiência.

Para tanto, o profissional de comunicação deve estar sempre atento às mudanças e movimentações que ocorrem dentro e fora do ambiente organizacional. Quando voltamos a atenção da organização à necessidade dos profissionais com deficiência, estamos contribuindo com o desenvolvimento da organização, pois funcionários bem informados e que se sentem valorizados rendem mais, com o desenvolvimento do colaborador, que ao ter as barreiras suprimidas consegue desenvolver plenamente suas funções, e com o desenvolvimento da sociedade, através da transmissão de exemplos positivos e de novos valores.

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Nossa atuação enquanto comunicadores, através da humanização da comunicação e adaptação do planejamento e estratégias de comunicação, pode contribuir amplamente para uma mudança estrutural das organizações. Alterações simples na estrutura física da instituição representam um bom começo, que devem ser seguidas pela adequação dos bens materiais e pela adoção de tecnologias assistivas sempre que necessário.

Todas as ações de comunicação desenvolvidas devem ser planejadas de forma que atinjam igualmente todos os colaboradores da organização, deve-se evitar meios que não possam ser adaptados, que não sejam de fácil acesso ou que não possam ser traduzidos para braile ou Libras. Os profissionais com deficiência não podem ser visto como um grupo à parte dos demais colaboradores, pois, esse pensamento apenas reforça estigmas e gera um novo processo de exclusão, agora dentro das organizações.

Ao conduzir esse processo de inclusão estamos, nós mesmos, modificando os paradigmas da nossa profissão, mostrando que a comunicação pode, e deve, ser bilateral, não só em seu fluxo, mas principalmente nos benefícios gerados para organização, a quem o profissional representa, e públicos, a quem o profissional deve ouvir e atender.


Se interessou? Então segue alguns links para que você se informe mais sobre o assunto:


 

Fontes:

Constituição Federal: http://goo.gl/jMGQFL
Cartilha do Censo 2010 – Pessoas com deficiência: http://goo.gl/A7RS9U
Conselho Federal de Relações Públicas: http://www.conferp.org.br/


 

Publicado por: Bruna Karina Gonçalves

O que significa walk the talk?

A expressão americana “Walk the talk”, na sua definição por expressão significa “faça o que você diz”. Líderes e grandes gestores têm se utilizado dessa frase como metodologia institucional, com o intuito de fidelizar o discurso como objetivo da organização, capaz de alinhar toda a sua comunicação. Isso, nada mais é do que fazer com que a comunicação corporativa tenha efetividade, que funcione e ao mesmo tempo consiga transmitir à cultura, missão e os valores da organização.

Entretanto, os comunicadores que tentam implantar essa filosofia e investir nesse modelo de comunicação não tem uma vida fácil. Os líderes que pretendem investir nesse estilo de se comunicar, é fundamental que estejam preparados e abertos a novas metodologias, estratégias e gestão.

Como temos visto nas últimas oito sextas-feiras, exemplos de mercado e cases são essenciais para analisar, diagnosticar e ter uma visão macro de comunicação. Assim, conseguimos nos atentar e perceber possíveis gaps, pontos positivos e negativos em cada uma das ações, para a partir daí ter a nossa própria opinião e visão de como a comunicação corporativa pode e deve ser bem trabalhada, estruturada, planejada e a mais importante incorporada por toda a equipe de comunicação.

Por: Henrique Rodrigues 

Os Ruídos da Comunicação – Parte 2 – A Falta de Comunicação Eficaz dos Gestores

Você ainda não entendeu

“É preciso considerar que, antes de ser um empregado, o indivíduo é um ser humano, é um cidadão. Portanto, não pode ser visto apenas como alguém que vai servir o cliente, ele busca interagir em virtude dos objetivos gerais da organização. (KUNSCH, 2003, p. 155).

Os problemas de comunicação interna costumam ser frequentes, além dos comunicados que a empresa deseja transmitir ao público interno e externo, ainda há a comunicação entre gestores e colaboradores ou até entre equipes.  Quando a mensagem não é clara, dificilmente ela será entendida, e quando a informação não é transmitida de forma adequada, ela pode até causar transtorno. O projeto inicial é descrito de uma forma, mas se a informação não estiver bem clara, por cada etapa que ele passar, cada um pode entender de uma forma e o material não sairá conforme o que realmente o “cliente” queria. Para evitar esse tipo de situação é importante entender melhor o que estão querendo passar com a mensagem ou ação que a empresa deseja transmitir.

“No caso da Comunicação Interna, esse exemplo expõe a necessidade de os gestores não ficarem alheios às decisões estratégicas. Quem lida com o público interno precisa ter uma forte sintonia com o clima organizacional. Os profissionais de Comunicação Interna são essenciais para auxiliar na tomada de decisões no sentido de organizar as informações da empresa ou instituição, pois enxergam – ou deveriam enxergar – a questão sob o prisma das possíveis reações do público interno”. (ABRACOM, PG18)

A falta de comunicação acontece com frequência nas organizações,  quando o Gestor Não sabe repassar ao colaborador exatamente o que ele deseja. Quem nunca viu esse tipo de situação?

Esse vídeo de forma descontraída consegue transmitir a situação que muitos colaboradores passam com seus gestores.

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Alguns gestores não dão atenção adequada aos seus colaboradores em questão de comunicação com sua equipe.

Em uma entrevista da revista exame de junho de 2014, foi apresentada uma pesquisa

“comandada por Eva, em parceria com Cristina Panella e a agência LeadPix, que comprova a negligência dos chefes no que diz respeito à boa comunicação com a equipe. Dados mostram que 41% dos gestores dizem dedicar muita atenção aos seus funcionários, mas apenas 9% dos colaboradores concordam com seus chefes neste quesito.

Questionados sobre como se sentiriam caso o chefe dedicasse mais atenção, 43% dos subordinados afirmam que se sentiriam mais valorizados; 40% ficariam mais motivados e 35%, mais confiantes. O levantamento contou com a participação de 1.200 profissionais de cargos de liderança e colaboradores”.

Reportagem na integra: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/o-que-todo-chefe-deveria-fazer-mas-bem-poucos-fazem

A comunicação serve para ajudar no dia a dia de uma empresa, e é vital alinhar o foco, incentivar a participação e o comprometimento dos colaboradores, melhorando assim o desempenho e motivando os a cooperar com as principais ações da empresa.

“Comunicação Interna significa adotar o melhor caminho para envolver as equipes nos objetivos negociais da organização. Todavia é preciso que a troca de informações faça sentido e atenda às necessidades emocionais dos colaboradores. Talvez mais do que a Comunicação Externa, a Interna lida com expectativas, sonhos e percepções. Uma Comunicação Interna eficiente reflete as características do conjunto de profissionais naquela organização e naquele momento, que é único. Essa comunicação estimula diferenciais competitivos e gera percepções positivas para a marca corporativa, para a empresa, seus produtos e serviços”. (ABRACOM, Páginas 12 e 13)

Se os colaboradores estão motivados e seus gestores se comunicam de forma adequada, há uma queda na falha de comunicação. Os gestores precisam estar acessíveis, diferente do que acontece atualmente, pois eles têm a missão de transmitir a informação que a empresa deseja passar, além disso faz parte de sua gestão motivar e tentar manter o engajamento da equipe.

Está tudo errado

Quanto mais clara a informação transmitida pelo gestor, mais aproveitamento do tempo os colaboradores terão, pois, o tempo que antes era desperdiçado com conflitos, será mais aproveitado com outras ações e tarefas. Além de que, o funcionário se sente mais valorizado e motivado.

“A área de comunicação interna serve para minimizar as falhas de comunicação.  A comunicação interna é o ponto de partida para o alinhamento do discurso de uma organização…E para que a comunicação externa tenha mais eficácia, as principais mensagens da organização precisam de legitimação do público interno e, claro, de uma política de recursos humanos coerente com os valores, a visão e a missão da empresa”. (ABRACOM,  página 2).

Por esse motivo, é importante que os gestores sejam os primeiros a como transmitir as informações da empresa, precisam estar por dentro de todos os assuntos e de tudo o que acontece, e de forma clara se comunicar com seus colaboradores.

Parte 2 postada com sucesso, por: Kari Moura ® 

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“Cada sonho que você deixa para trás é um pedaço do seu futuro que deixa de existir”. Steve Jobs

 

Referências bibliográficas do Post Parte 1 e Parte 2:

(SERRA, J. Paulo. Manual de Teoria da Comunicação. 2007).

(Livro: FERREIRA, Ivone e GONÇALVES Gisela. “As Indústrias da Persuasão. 2010. Página 197).

CAMILA, Pati. Revista Exame. 26/06/2014. Disponível em:<http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/o-que-todo-chefe-deveria-fazer-mas-bem-poucos-fazem&gt;. Acesso em 10/11/2015.

ABRACOM – Associação Brasileira das Agências de Comunicação. Por que investir em Comunicação Interna: Caderno de Comunicação Organizacional. Páginas 12 e 13.

ABRACOM – Associação Brasileira das Agências de Comunicação. Como Entender a Comunicação Interna: Caderno de Comunicação Organizacional. Página 2.

Curvello, João José Azevedo. Comunicação Interna e Cultura Organizacional.