Paradigmas da Comunicação

O post de hoje será sobre os paradigmas da comunicação e como atrair a atenção do público em meio a um furacão de informações a todo momento.

Entre 25.000 a.C e 2.000 d.c., o mundo produziu cinco exabytes, que equivalem a cinco bilhões de gigabytes, de conteúdo. Essa é a mesma quantidade gerada apenas no ano de 2002. Em um único ano, produziu-se o mesmo volume de informação acumulados em 27.000 ANOS ANTERIORES e isso não melhorou nos anos seguintes.

Nesse cenário, o comunicador tem um desafio diário: Capturar a atenção das pessoas e para isso, surgem duas demandas:
Seletividade: Ser seletivo implica criar um processo próprio. Por exemplo: Um pintor no meio de um parque, ele olha 360 graus e escolhe um determinado ângulo para reproduzir a imagem desejada. É uma escolha seletiva. Ou porque ali existe um lago mais bonito ou porque o céu está mais vivo. Seja qual for o critério de escolha, existe um processo seletivo do artista.

 

Atratividade: Imagine que, nesse mesmo quadro, o pintor consiga dar destaque mais intenso a determinado espaço, no qual haja um céu, uma plantação e um lago. Depois de segmentar um tema, de selecionar uma forma para trata-lo, o artista também precisa capturar a atenção do espectador, não só pelo conteúdo, mas também pelo interesse visual, afetivo ou emocional que aquela mensagem pode despertar.

  • A escolha de um cenário a der retratado é lúdica. Sendo assim, é uma escolha de dentro para fora. É a percepção do artista que seleciona o melhor ângulo para se produzir.
  • Na comunicação corporativa, a escolha é racional. É de fora para dentro. A demanda chega e o profissional da área vai comunicar para um determinado público.

Existe um material de várias décadas que diz que o emissor manda uma mensagem através de um meio para um público. Por conta desse paradigma, condicionamo-nos a pensar no público como um ponto final, quando devêssemos pensar nele na hora em que definíssemos quem é o emissor, bem como na hora em que determinássemos qual é o meio e também na hora em que estabelecêssemos a mensagem. O planejamento desse processo começa do público para as etapas anteriores, e não o contrário.

  • Emissor > Público
  • Meio > Público
  • Mensagem > Público

Como é a comunicação no ambiente corporativo? Existem as mídias – impressas e eletrônicas – que transmitem mensagens, que, por sua vez, carreguem diversas variáveis.

Entre elas, podemos destacar quatro:

  • Texto;
  • Cor;
  • Forma;
  • Imagem

Cada mensagem se destina a públicos diferentes. E, conforme a característica de cada público, podemos dar ênfase a um ou mais desses quatro aspectos.

Quando a empresa fala com a imprensa, o peso deve ser dado mais ao texto e a cor, para ter atratividade no conteúdo visual. Quando fala com funcionário, que recebe mais de cem e-mails por dia e tem papelório na bandeja, a mensagem precisa ter a cor e a imagem com atributos para capturar a atenção dele. Quando o público é o cliente, a mensagem precisa contemplar as quatro vertentes. Quando a empresa se dirige aos fornecedores, o texto e a forma são de extrema importância, porque ajudam a passar atributo a marca.

Existem ocasiões na vida organizacional em que é necessário atingir diretamente os diversos públicos de maneira massificada. E essa disseminação é extremamente onerosa, pois consome muito mais tempo e dinheiro. A alternativa, se olharmos de forma mais segmentada, é agir paralelamente por meio dos disseminadores e formadores de opinião. Essa ação tem custo bem menor, pois cada formador de opinião tem um campo de atuação. Com isso, é possível se obter um efeito parecido com o da pedrinha jogada na água que vai formando pequenas ondas. Em vez de falar com todas as pessoas, fala-se com 5% delas, que são mais bem informadas, as mais conscientes, as mais dispostas a agir. Dessa forma, é possível alavancar e disseminar a informação numa velocidade maior, a um custo e tempo definitivamente menores.

Cabe ao gestor da comunicação identificar quem são os formadores de opinião.

Há, entretanto, uma ressalva a ser feita: Ao contrário da pedrinha jogada na água, que produz círculos concêntricos, que vão até as margens de forma harmônica, sequencial e no mesmo timing, nas organizações o movimento pode ser randômico e errático. De tal forma que a informação pode chegar ao seu destino em duas horas ou em três dias. E, por mais paradoxal que pareça, chegar em dois dias à sala ao lado e em duas horas à filial que fica em outro estado. Vai depender da forma como a informação se processa e se dissemina nessas diversas praças.

 

Quando a comunicação é planejada, o volume de informações é levado em consideração, bem como a necessidade de ser seletivo, de trabalhar a atratividade e manter o relacionamento com quem possa disseminar a informação por meio dos formadores de opinião.

Fonte: Obrigado Van Gogh, Carlos Parente

Publicado por Viviane Castor

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Qual a verdadeira motivação comunicacional da sua empresa?

Por: Felipe Tavares

A algumas décadas acreditava-se, que a forma de abordagem de venda de um produto ou serviço, era a solução de comunicação para um empresa. Olhando para motivos existências de uma empresa, vender sempre será seu foco, pois gera receita para seu funcionamento e expansão. Mas com o passar dos anos a figura do vendedor imbatível, foi sendo descontruída, conforme os novas maneiras de se comunicação foram surgindo e deu ao consumidor poder de resposta a empresas, governo e sociedade.

Hoje certamente uma empresa bem consolidada em seu segmento, possuem vários canais de contato e divulgação, Facebook, Twitter, Youtube e o tradicional “Sac”.

O modo com que você cria uma “Empatia”, com o consumidor, é que gera o elo de sucesso de empresa. Se você vende “Agua Mineral”, apenas o seu valor de venda, não vai gerar motivo para o seu cliente escolher sua marca, ao invés da concorrente. Para conquistar esse respeito é necessário fazer se presente no cotidiano do cliente, seja ao entrar no supermercado, lanchonete ou em peças publicitarias, trazendo os benefícios de seus produto.

Aquela “água” que teoricamente, teria o mesmo valor que seus concorrentes, passa agora a ser referências em seu meio.

A comunicação com cliente também acontece de forma direta, por intermédios funcionários, nesse caso, os meios de comunicação interno precisam ser mais eficientes que externo, pois a empresa precisa garantir que seus funcionários iram ter uma informação de qualidade e antecipada, capaz gerar um atender as necessidades dos clientes.

Os colaboradores também funcionam como filtros diretos, capazes de absorve as críticas externas. Um exemplo recente de resposta dos consumidores a uma empresa foi o da empresa “HALLS”, marca de pastilhas refrescantes, que no primeiro semestre, havia lançado o Novo “Halls Mini”, produto que foi considerado ruim pelos consumidores.

O que levou a empresa “Halls” elaborar uma campanha de “DESCULPAS” aos seus clientes.

 

Vídeo da campanha: https://goo.gl/3cuogp

 

A campanha com tom humorado, trouxe para marca a imagem de empresa amiga do consumidor, apesar de sua ação ter desagradado grande maioria dos seus clientes.

Empresas que investem no cliente, como o principal sensor de suas ações mercado. São empresas que estão abertas a mudanças, mantendo assim uma boa imagem em seu segmento como é o caso de Halls.

Hora de planejar o seu 2016! Confira algumas dicas de como elaborar o seu plano de comunicação e obter mais sucesso

PrintA decoração de Natal já toma conta da cidade de São Paulo e o ano, com a queda dramática do PIB, inflação e alta do dólar, está chegando ao fim. Junto com ele vem o desafio de avaliar o que foi feito ao longo de 2015 e começar a se preparar para manter e aumentar a consolidação da imagem institucional da sua organização.

Antes, é preciso destacar que atingir as metas para o próximo ano é só o final de um processo. Definir os próximos passos e o que precisa ser feito para que a empresa continue crescendo no ritmo desejado é fundamental para qualquer negócio de sucesso. Porém, não importa o quão sensacional seja a sua ideia, sem a elaboração de um bom plano de comunicação ela não terá resultado algum.

Há diversas maneiras de traçar planos, de acordo com características da organização. Pensando nisto, compartilho com vocês algumas dicas que entendo servirem de base para colocar qualquer planejamento estratégico de pé:

  • Entenda o mercado, seu público alvo e seus concorrentes – O levantamento de informações da organização e como ela está inserida no mercado, em que atua, pode ser um ótimo ponto de partida. Junte dados de mercado, estatísticas e informações sobre seus concorrentes que podem ser valiosas. Já em relação aos seus stakeholders, procure conhecer a fundo suas necessidades, seus hábitos e suas preferências. Um público-alvo bem definido pode servir como base para a criação de ótimas estratégias.
  • Análise SWOT – Trata-se do diagnóstico de sua empresa. swot2Com essa ferramenta você poderá aprofundar o conhecimento a respeito da sua organização e ter uma análise do contexto externo que ajuda a organizar o diagnóstico de forças, oportunidades, fraquezas e ameaças.
  • Definição da missão, da visão e dos valores – Segundo Margarida Kunsch, o propósito do planejamento é “Agregar valor e contribuir para que a organização alcance a visão estabelecida para o futuro, cumpra a missão, fixe e consolide seus valores”. A missão expressa a razão de ser uma organizaçao e o papel que ela exerce na sociedade e no mundo dos negócios. 555_7Já a visão está relacionada com o futuro, o destino onde uma organização quer chegar e os valores expressam a cultura organizacional e dão significado às regras e normas de comportamento da empresa. Por essa razão tais definições devem ser constantemente validadas ao longo da existência da instituição.
  • Determine suas metas e seus objetivos – Antes de iniciar o planejamento estratégico é preciso ter clareza sobre onde sua organização quer chegar. Afinal, de nada adianta conhecer o caminho se você não sabe o destino. Sabemos que o resultado alcançado pode até não ser tão exato, desta forma os objetivos devem ser sempre claros, consistentes, realistas e mensuráveis.
  • Desenvolvimento de estratégias e ações – Com todos esses dados em mãos, formule as estratégias e ações que serão adotadas dali por diante. objetivoElas devem corresponder, de forma detalhada, aos instrumentos e modos que nortearão todo o trabalho a ser implementado e que será capaz de levar a empresa aos seus objetivos. Uma ótima ferramenta para que esse processo não se perca no meio do caminho é a metodologia 5w2h. Ela funciona como um mapeamento destas atividades, no qual ficará estabelecido o que será feito, quem fará o quê, em qual período de tempo, em qual área da empresa e os motivos pelos quais esta atividade deve ser realizada.
  • Elabore o orçamento – Todo plano elaborado exige recursos que precisam ser detalhados. Quanto de investimento, diretos e indiretamente envolvidos, será necessário para implantação do planejamento. É importante levar em conta que pode haver algumas adequações, caso necessário.
  • Montagem do cronograma – Esta costuma ser uma das últimas etapas de um plano de comunicação. cronogramaÉ quando você vai desenvolver um cronograma com as datas e o período de execução de todas as estratégias e ações. Com ele é possível corrigir alguns contratempos que podem surgir, evitando prejuízos e preservando o investimento realizado. É importante que o cronograma seja divulgado de forma clara e objetiva às pessoas envolvidas diretamente no processo.
  • Avaliação de resultados – Definir os parâmetros de avaliação e mensuração dos resultados é imprescindível para o planejamento. resultadosVerificar formas de medir o sucesso ou fracasso das ações ao longo do percurso, por meio de indicadores, ajudarão a refletir sobre o status atual e o desejado daquilo que foi planejado. Desta forma é possível realizar algumas modificações ou manter as ações que trouxeram bons ou maus resultados.

Contudo, a comunicação não pode ser considerada uma mera coadjuvante nos processos organizacionais. Pelo contrário, em muitos casos ela está ligada diretamente aos objetivos estratégicos do contexto corporativo, assumindo o verdadeiro papel de protagonista. Uma vez realizado, o seu plano de comunicação, é preciso colocá-lo em prática, pois quando bem elaborado contribui significativamente para obtenção dos resultados pretendidos. 289Por isso, planeje, analise e defina o melhor caminho a ser seguido para o seu próximo ano!

Referências: KUNSCH, Margarida M. K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada, 3ª Ed. – São Paulo: Summus, 2003

Postado em 26.11.2015 por Marina Batista

Comunicação Interna

Olá pessoas,

Hoje resolvi falar um pouco sobre o que a falta de comunicação interna acarreta para uma organização (vou falar um pouco da minha visão e experiências).

Sabemos, que de uma maneira ou de outra, nós sempre nos comunicamos, nem que seja por sinal de fumaça alguns anos atrás. É notável que o ser humano adora se comunicar e é por isso que cada vez cria mais (e mais) meios de nos comunicarmos, de nos aproximarmos (ou não né, por exemplo, quando estamos na mesa com nossos amigos e nem ao menos os olhamos nos olhos, cada um no seu mundo digital), de fato estamos perdendo um pouco de olho no olho, o que é lamentável!

Mas vamos ao objetivo…

RadioCorredor

  • Rádio peão (o famoso telefone sem fio) – A “rádio peão” é um dos destaques que mais vemos nas organizações, o ser humano tem necessidade de estar integrado e quando ele está dentro de uma organização que não se comunica com ele é quando mais vemos a rádio peão agir, notamos que em casos que as empresas se preocupam em ser transparentes e verdadeiras na comunicação com os colaboradores, dificilmente vemos os colaboradores vasculhando por mais informações ou descontentes, pois tudo é claro e definido.

Afinal, de um modo ou de outro, todos querem notícias, porém quando ela não vem pelo modo correto (empresa para colaborador), é procurado por outros meios.

É uma difícil realidade, porém as vezes escutamos casos que o colaborador já estava ciente que iria ser desligado da empresa sem ser efetivamente, isso porque a “fofoca” já chegou até ele.

  • Desmotivação – Quando não existe comunicação os colaboradores ficam desmotivados, eles não sabem o que a organização espera de suas funções, atividades, qual trabalho executar, onde a empresa quer chegar, qual é a história da empresa que ele trabalha, não sente orgulho da trajetória da empresa e o contato que ele tem com a direção é na cesta de natal onde vem um cartão assinado pelo Diretor desejando “Boas festas” impresso em uma gráfica.

É importante a interação da organização com o colaborador, vemos exemplos diários de uma notícia sair no Facebook da empresa e os colaboradores nem ao menos saberem disso (o aniversário da empresa é divulgado em todas as mídias possíveis, porém os colaboradores nem ao menos tem ciência dessa data), isso causa desmotivação, as pessoas se sentem menos importante e valorizadas (é como a esposa traída, todos já sabiam e porque não avisaram?)

  • Ruído – No fundo a empresa até tenta se comunicar e tem ideia da importância, porém não sabe o modo certo, não sabe como atingir seus steakeholders, acha que falando o mesmo assunto com o gerente, supervisor, líder de produção, estoquista, vigia, porteiro, vendedor, faxineira, todos irão entender a mesma mensagem, o que não é verdade, pois da mesma forma que estudamos nosso público-alvo, precisamos entender nossos colaboradores, o que fazem dentro da organização, saber sua faixa etária, nível de escolaridade, o que eles esperam da organização, o que sabem, o que precisam saber, entre outros, e assim traçar a comunicação conforme o público.

Uma triste realidade em uma organização é quando a empresa solta uma promoção nas redes sociais, os clientes começam a ligar e a equipe comercial não sabe do que se trata (parece algo fora da realidade, mas acontece).

É preciso treinar e ensinar as pessoas, é preciso incentivar os diretores, gerentes, líderes, colaboradores a importância e o valor em se comunicar, é preciso saber da importância que isso tem nos resultados.

  • Falta de resultados (produtividade) – Colaborares sem comunicação produzem menos e são menos efetivos, eles são o porta-voz da empresa, como você quer que eles (colaboradores) façam seus clientes acreditarem na sua organização se nem ao menos eles acreditam.

É notável que hoje os clientes externos estão cada vez mais exigentes, com marcas com produtos cada vez mais semelhantes, entre qualidade, preço, confiança, eles acabam optando pelo atendimento diferenciado, como a personalização no atendimento, hoje vemos que as empresas estão começando abrir os olhos para essa realidade do mercado, porém as empresas precisam entender que seus colaboradores nada mais são do que clientes também, eles querem ser ouvidos, querem ter orgulho em trabalhar naquela empresa, defender a marca, serem reconhecidos e serem tratados como únicos e não mais um número, uma cadeira. As empresas precisam se conscientizar que colaboradores não são mais números, que se aquela pessoa sair da vaga em menos de uma semana (ou até menos) ela coloca outra no lugar, mas não é assim que funciona, é muito mais complexo.

Existe uma estimativa que fala que se você teve uma experiência positiva com uma marca, provavelmente elogiará e falará bem da mesma para uma pessoa (uma única), mas caso ela se decepcionar é provável que a pessoa impactada negativamente espalhe para sete pessoas do seu ciclo, mudando um pouco de cenário, digamos que você é um colaborador insatisfeito, e que na sua casa moram você e mais quatro pessoas, provavelmente essas pessoas serão impactadas negativamente por você e fora as pessoas da sua família, supondo que você faz uma faculdade e em aula você tem a oportunidade de comentar as dificuldades que a empresa tem e o quanto está infeliz em trabalhar lá, se essa sala tiver 15 alunos, já são 19 pessoas impactadas (junto com sua família) negativamente sobre uma empresa, sendo que essas 19 pessoas poderiam ser leads para a organização (fora os momentos em que encontra alguns amigos e eles também resolvem perguntar  “- E sua vida como está, como está o trabalho?” pronto, mais algumas pessoas impactadas).

Essa semana tive uma amiga que foi convidada para uma entrevista de trabalho, ela falou que optou por não participar do processo seletivo, eu questionei o porquê, ela falou que descobriu que uma conhecida já trabalhou lá e que ela não deu boas informações da organização enquanto trabalhava lá. (com essa informação da minha amiga, acabei também sendo impactada negativamente sobre essa empresa).

Então finalizo com uma pergunta: Por quanto tempo mais as empresas irão perder ótimos funcionários, leads, clientes, fornecedores, parceiros, credibilidade, confiança, entre outros, pelo simples fato de não se comunicar?

Antes de pensar e falar “- Mas, custa caro comunicar” as empresas deveriam fazer as contas de quanto custa para treinar, qual é a hora homem, quanto custa para contratar, quanto custa para demitir, quanto tempo demora um colaborador se integrar na empresa, quanto custa para reverter uma imagem queimada, entre outros, e quanto custa apenas fidelizar seu colaborador se comunicando, fazer com que ele tenha amor e orgulho por estar ali? Com certeza, em termo de custo se comunicar e fidelizar custa muito menos do que conquistar novas pessoas para seu time e engajá-las.

Comunicação interna vai além da empregabilidade, é a forma de obter aliados e parceiros capazes de levar a organização até seus objetivos.

Colaboradores são as pessoas que irão ajudar a empresa a chegar aonde ela quer.

Abaixo umas dicas 😉

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Juliana Sartorato Mendonça – 09107558