Estilos de liderança

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Liderança é uma palavra de inglesa, que deriva do termo leader, que significa líder, que é “pessoa que dirige ou aglutina um grupo, podendo estar inserido no contexto de indústria, no exército, etc.”. Ela pode surgir naturalmente, quando uma pessoa se destaca no papel de líder, sem possuir um cargo de liderança, mas também pode assumir um cargo de liderança por meio de eleição ou processo seletivo, passando a exercer uma liderança formal.

Um indivíduo demonstra sua capacidade de liderar não apenas por suas próprias características pessoais, mas na situação da qual se encontra. O líder é visto pelo grupo como possuidor dos meios para satisfação de suas necessidades; é um estrategista e excelente comunicador, que direciona as pessoas para alcançar seus objetivos, sejam eles lícitos ou ilícitos, para o bem ou para o mal.

A liderança pode ser definida, também, como a “arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos”.

Para se entender o sucesso de uma organização, comunidade ou grupo de pessoas que possuem um objetivo comum, é importante conhecer os estilos de liderança. A discussão sobre liderança e os tipos de líderes da atualidade surgiu da necessidade de compreender estes modelos e a sua importância nas organizações.

Segundo Chiavenato, a abordagem dos estilos de liderança se refere àquilo que o líder faz, seu estilo de comportamento para liderar. Ele descreve três estilos:

• Liderança autocrática: o líder impõe suas ideias e suas decisões sobre o grupo, sem nenhuma participação deste. A ênfase está nele.

• Liderança liberal: o líder delega totalmente as decisões ao grupo sem controle algum e deixa-o completamente à vontade. É mínima a participação do líder e o grupo é enfatizado.

• Liderança democrática: o líder orienta o grupo e incentiva a participação de todos. A ênfase está no líder e também no grupo.

Chiavenato defende que um bom líder deve possuir todas as características descritas acima, adequando-as de acordo com a necessidade do grupo ou demanda a ser comprida por este grupo, ou seja, de acordo com a situação, o que denominamos de “liderança situacional”; essa teoria é mais atrativa aos administradores por aumentar as possibilidades de adequação na situação a fim de se ajustar ao estilo de liderança utilizado. Além disso, um bom líder deve ter entusiasmo, ser motivado e participativo, ter espírito de equipe, saber delegar tarefas e cobrar resultados, por meio de uma comunicação clara, assertiva e objetiva.

Uma boa liderança é sempre notada pelos seguidores – se estes estão motivados e alcançam os objetivos pretendidos, é sinal que há um bom líder orientando o grupo. O líder poderá utilizar todos os estilos de liderança, de acordo com a necessidade, a tarefa e as pessoas. Cabe a cada bom líder saber equilibrar estas práticas e quando aplicá-las.
Escrito por Edilene Paiva Bastos.

Fonte:

CHIAVENATO, Idalberto. Administração geral e pública. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

MAXIMIANO, Antônio C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6 Ed. São Paulo: Atlas, 2007.

MONTANA, Patrick J.; CHARNOV, Bruce H. Administração. São Paulo: Saraiva, 1998.

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O que significa walk the talk?

A expressão americana “Walk the talk”, na sua definição por expressão significa “faça o que você diz”. Líderes e grandes gestores têm se utilizado dessa frase como metodologia institucional, com o intuito de fidelizar o discurso como objetivo da organização, capaz de alinhar toda a sua comunicação. Isso, nada mais é do que fazer com que a comunicação corporativa tenha efetividade, que funcione e ao mesmo tempo consiga transmitir à cultura, missão e os valores da organização.

Entretanto, os comunicadores que tentam implantar essa filosofia e investir nesse modelo de comunicação não tem uma vida fácil. Os líderes que pretendem investir nesse estilo de se comunicar, é fundamental que estejam preparados e abertos a novas metodologias, estratégias e gestão.

Como temos visto nas últimas oito sextas-feiras, exemplos de mercado e cases são essenciais para analisar, diagnosticar e ter uma visão macro de comunicação. Assim, conseguimos nos atentar e perceber possíveis gaps, pontos positivos e negativos em cada uma das ações, para a partir daí ter a nossa própria opinião e visão de como a comunicação corporativa pode e deve ser bem trabalhada, estruturada, planejada e a mais importante incorporada por toda a equipe de comunicação.

Por: Henrique Rodrigues 

COMUNICAÇÃO INTERNA E ENDOMARKETING. ESTAMOS FALANDO DA MESMA COISA?

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Dia desses, ouvi no meio de uma reunião de trabalho o presidente da empresa para qual trabalho falar: “Tanto faz o nome que se dá – Comunicação Interna ou Endomarketing – é tudo a mesma coisa”.

Oi? Tanto faz?

Tanto faz não! Não é tudo a mesma coisa!

Mas, se até entre os profissionais que trabalham na área de Comunicação/Marketing existe a confusão de que Comunicação Interna e Endomarketing são a mesma coisa, podemos imaginar que em outras áreas não seria diferente. Elas não a mesma coisa, na verdade são dois temas distintos. Complementares entre si, porém cada uma com suas particularidades. Então, vamos separar os balaios.

O objetivo principal de todas as empresas é manter-se no mercado. Para que isso ocorra é fundamental que elas invistam numa série de inovações e em diferenciais competitivos para que se destaquem da concorrência. Num mundo cada vez mais conectado e globalizado, onde as empresas estão cada vez mais próximas umas das outras, o pulo do gato, muitas vezes, pode ser o atendimento dado a seus clientes e fornecedores. O fator humano é considerado cada vez mais pelos especialistas o diferencial que desequilibra a balança.

Então ter funcionários engajados, motivados e alinhados com sua política é cada vez mais fundamental para a diferenciação e sobrevivência da empresa no mercado. Como as pessoas são tratadas dentro de sua empresa influenciará o modo como elas tratarão seus diversos stakeholders.

A Comunicação Corporativa é um dos aliados mais importantes das empresas quando falamos em informar e engajar os funcionários, melhorar o clima organizacional, reduzir o turnover e consequentemente melhorar a lucratividade e participação da empresa no mercado, e o Endomarketing tem exatamente esse objetivo, fazer o marketing voltado para dentro, para a própria equipe. Neste caso, ações semelhantes àquelas do marketing convencional são aplicadas para fazer com que os funcionários efetivamente “comprem” a visão, missão e valores da empresa, sua filosofia, produtos, serviços etc.

ENDOMARKETING – ONDE O TARGET É O CLIENTE INTERNO

Proveniente da administração, o Endomarketing é definido pela ação de marketing ao funcionário.

O direcionamento ao público interno é um dos temas mais abordados no momento atual. Segundo Idalberto Chiavenato (2014), “a moeda do futuro não será financeira, mas sim intelectual”, sendo assim as empresas não devem mais pensar em administrar pessoas, mas sim administrar com elas.

“Vender” seu produto, sua marca ou sua ideia para seu funcionário passa a ser tão importante quanto vender para o cliente. Torná-lo aliado e parceiro em seu negócio o torna co-responsável pelo sucesso da corporação e igualmente preocupado o com seu desempenho.

Entender que o Endomarketing contribui para o aumento de vendas é a parte fácil disso tudo. É preciso ir além! É preciso tornar seus funcionários agentes propagadores da marca, de seus produtos e serviços. Uma informação errada dada ao cliente externo pode comprometer todo o desenvolvimento do projeto.

O que acontece na maioria das vezes é que, as empresas não possuem uma definição objetiva do incentivo dado aos seus funcionários. Sem uma regra de incentivo clara e direta, os funcionários não enxergam facilmente o valor das suas contribuições.

Muitas vezes, o endomarketing está baseado em ações de comunicação, por isso os temas estão amplamente ligados e de vez em quando, confundidos. As ações de endomarketing são estratégicas, elas conseguem produzir um efeito revolucionário nos funcionários. Deixando claro a importância que este funcionário tem na cadeia de valor da empresa, ele consegue prestar um serviço orientado de atendimento ao cliente, fazendo-o ter a capacidade de responder qualquer dúvida que surja dentro da empresa, e isso inclui envolvimento, comprometimento, valorização e vendas. Por isso, o endomarketing é um elemento indispensável para o sucesso de qualquer empresa.

BENEFÍCIOS DO ENDOMARKETING

Existem uma série de benefícios que o uso do endomarketing traz para as empresas modernas. Alguns deles são:

  • Aumento da conexão entre a pessoa e a empresa
  • Funcionários mais motivados
  • Retenção de talentos
  • Diminuição de custos trabalhistas
  • Consciência sobre o trabalho realizado
  • Melhoria na comunicação interna
  • Agilidade no fluxo de informações
  • Alinhamento de objetivos da empresa e do funcionário
  • Sintonia entre valores
  • Aumento de vendas

Porém, nada disso funcionará se o intuito não for real. A ideia é trazer mais qualidade para a rotina dos funcionários. No entanto, as pessoas sabem quando estão sendo manipuladas e quando recebem uma oportunidade honesta.

Por isso, a confiança do público interno tem que ser conquistada e, a função do endomarketing é proporcionar esse engajamento real e autêntico.

Fontes de Pesquisa: Acessado em 15.11.2015 – 13:26 

http://www.marketingdeconteudo.com.br/comunicacao-corporativa/o-que-e-endomarketing/

http://www.portal-administracao.com/2014/01/endomarketing-o-marketing-interno.html

http://marketingdeconteudo.com/endomarketing/

Por Viviane Fernandes – R.A. 20459564

 

Tomada de decisão e comunicação: uma dupla dinâmica

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Quem nunca ficou na dúvida sobre o que vestir naquela festa super elegante do seu melhor amigo? Ou se deve casar ou comprar uma bicicleta? Ou ainda, se deve fazer uma pós-graduação ou viajar pelo mundo?

Bem, a arte de escolher entre o bem e o mal, campo ou praia, estudar ou assistir a um jogo de futebol na televisão é chamada de “tomada de decisão”. Temida por uns, aclamada por outros; fácil e encarada como desafio pelos mais arrojados, um pesadelo que faz perder o sono e até o apetite, ou aumenta a fome, para os mais medrosos. Independente do nível hierárquico que se ocupa numa organização – ou numa família ou grupo de amigos -, tomar decisões está presente a todo instante em nossas vidas, e é estudada desde os primórdios da humanidade, de maneira consciente ou não.

E o que a comunicação tem a ver com decidir qual a melhor data para sair de férias, por exemplo? Bem, sem a comunicação não seria possível saber qual é o melhor período do ano para viajar para o Caribe – se bem que lá faz calor o ano inteiro! -, mas em termos financeiros, é importante saber qual é o período de baixa temporada, de menor procura, que facilitará a aquisição das passagens, inclusive na escolha da melhor companhia aérea e hotel para se hospedar, bem como a cidade caribenha que atenderá melhor a sua expectativa. Tudo isso depende de informações, da experiência de outras pessoas que lá já estiveram, de dados estatísticos, de sistemas de informação… E, obviamente, de um bom Planejamento.

No ambiente corporativo, na evolução do processo de tomada de decisão há duas variáveis sempre presentes: a Informação e a Comunicação, ambas de extrema importância para facilitar a vida da liderança nesse contexto.

Os sistemas de informação e a tomada de decisão

Com o advento da tecnologia, os sistemas de informação tem se tornado grandes aliados dos líderes no processo de tomada de decisão, pois são capazes de armazenar, filtrar e mapear informações gerenciais, como o CRM, SAP e o Siebel; projetar diferentes cenários à partir da necessidade do cliente, como ferramentas de performance; auxiliar na elaboração de relatórios que justifiquem porque uma determinada estratégia foi adotada, dentre outras facilidades para os gestores. Entretanto, para que ele seja completo e assertivo, assim também deve ser o seu conteúdo,  quer dizer, a qualidade das informações que nestes sistemas são imputadas; essas informações devem ser essenciais, pois informação em demasia pode atrapalhar o processo decisório, e informação de menos acarretará em decisões inconsistentes e inapropriadas para o problema em questão.

Voltando à nossa viagem ao Caribe ou para o interior de São Paulo, por exemplo, sempre recorremos ao site da Climatempo para saber como “programar” a bagagem; se a previsão for de frio, roupas e acessórios mais quentinhos; se for calor, um bom protetor solar e roupas mais leves não podem faltar!

Comunicação administrativa

A comunicação é responsável pela troca de informação entre as organizações e seus membros, pela formação de entendimento, auxilia na coordenação de atividades diversas, influência e permite a socialização, além de promover a criação, a manutenção e a divulgação de crenças, símbolos e valores organizacionais.

A comunicação depende de seu contexto; a interpretação de mensagens ocorre porque o receptor tem pistas contextuais para suplementar as pistas da mensagem recebida.

Existe uma controvérsia no que se refere à substância do que é comunicado, uma vez que as mensagens transmitem informações, definidas como qualquer coisa que reduza a incerteza do receptor.

De maneira alternativa, existe uma posição que sugere que a essência da comunicação é o significado, que engloba emoções, ideias, valores e habilidades. Não podemos reduzir o significado à informação, porque ele depende de associações entre símbolos enraizados na cultura e na experiência dos líderes multiplicadores; o significado e a informação representam abordagens distintas, sendo a primeira defendida pelos cientistas sociais empíricos e a segunda por pesquisadores da cultura organizacional.

É possível descrever o papel da comunicação delineando os papéis que ela exerce no ambiente corporativo, pois ela serve tem função de:

  • Controle e comando: é o meio pelo qual orientações são dadas, problemas identificados, motivação é encorajada e desempenho monitorado;
  • Ligação: a comunicação promove um fluxo entre diferentes partes da corporação, proporcionando integração entre áreas distintas; exerce papel crucial na inovação e na difusão de inovações dentro das organizações;
  • Inculturação: criação e manutenção da cultura organizacional e à assimilação dos membros da organização;
  • Ligação interorganizacional: serve para criar e manter laços entre organizações;
  • Apresentação organizacional: “mostra” a organização para os seus diferentes públicos, de clientes à acionistas e governo, e contribui para a manutenção da legitimidade institucional da organização;
  • Ideacional: se refere ao papel da comunicação na geração e utilização de ideias e conhecimentos dentro da empresa;
  • Ideológica da comunicação: é o veículo para o desenvolvimento e a difusão de ideologias e sistemas de pensamento que normatizam e justificam as relações de poder e controle.

Sistemas de comunicação

 Dentro das organizações é possível identificar dois sistemas de comunicação distintos: o formal e o informal.

O sistema de informação formal está dentro da estrutura organizacional e inclui relações de supervisão, grupos de trabalho, comitês permanentes e sistemas de informação da administração.

O sistema de comunicação informal está na interação diária dos membros da organização; seus laços baseiam-se em proximidade, amizade, interesses comuns e benefícios políticos, mais do que em deveres formais do cargo. Nele está incluso a “rádio peão” e a “difusão de boatos” nas organizações.

O sistema de comunicação deve ser o mais aberto e claro possível, embora a quantidade de comunicação não reflita sua melhor qualidade dentro da empresa.

Tipos de decisão

 Um bom líder é avaliado, dentre outras competências, por sua habilidade em tomar decisões; para isso é preciso coragem para assumir riscos e inteligência emocional para suportar as consequências que essa decisão possa acarretar e encontrar soluções eficientes para contornar possíveis insucessos.

 A tomada de decisões complexas é uma das variáveis que está intrinsecamente relacionada ao sucesso da liderança; são quatro os grandes tipos de decisões que tomamos todos os dias:

  • Decisões intrapessoais ou individuais: decisões que afetam apenas o bem estar do indivíduo e mais nenhuma outra pessoa, como: “Devo sair hoje à noite ou fico em casa e assisto a um filme?”;
  • Decisões interpessoais: decisões que afetam também o bem estar de outras pessoas, tais como: “Devo sair para jantar com meu esposo ou fico em casa e assisto à novela?”;
  • Decisões de grupo: devem ser tomadas por grupos de diferentes formas e tamanhos;
  • Decisões organizacionais: podem ser tomadas por pessoas ou grupos, mas que impactam as organizações e seus resultados em seu dia a dia, como uma mudança de estratégia no horário de atendimento da empresa.

Com relação ao modelo, temos quatro tipos de tomada de decisões:

  • Racional: baseado fortemente em documentos, processos, dados históricos e regras;
  • Processual: de caráter mais investigativo e requer, em grande parte, a etapa de desenvolvimento (mais interativa e demorada);
  • Político: é o momento onde “jogadores” de diferentes posições exercem diferentes influências, optando por decisões nem sempre focadas no processo racional, às vezes devido à divergência de objetivos, ou mesmo escassez de recursos;
  • Anárquico: é utilizando em momentos em que os objetivos são ambíguos, os problemas não são bem compreendidos e as pessoas que tomam as decisões dedicam tempo e energia variáveis aos problemas, ou seja, em um contexto mais caótico.

 Tipos de Tomada de decisão

O processo de tomada de decisão engloba quatro componentes: obtenção de dados, processamento de informações, geração de significado e decisão sobre qual curso seguir; à partir dos quais temos cinco tipos de tomada de decisão, tangentes ao processo de tomada de decisão:

  • Tomada de decisão baseada no Instinto: ação que precede o pensamento; as decisões estão sempre pautadas no passado e não há controle sobre as ações e comportamentos;
  • Tomada de decisão baseada em crenças subconscientes: é quando se reage ao que está acontecendo, baseado, porém em memórias pessoais, ao invés da memória herdada; a ação precede o pensamento e é geralmente acompanhada de carga emocional e, de acordo com ela, a atitude pode ser negativa, no sentido de culpar ou rivalizar, ou positiva, com atitudes de confiança e cooperação;
  • Tomada de decisão baseada em crenças conscientes: as decisões racionais são tomadas ao se inserir uma pausa entre a criação de significado e a tomada de decisão, no qual há um tempo para reflexão e pensamento, usando-se a lógica para compreender o que está acontecendo; a ação é consequência do pensamento. Há influencia emocional e pode anular esse processo, caracterizando um desafio para os líderes;
  • Tomada de decisão baseada em valores: as decisões tomadas estão pautadas de acordo com os valores de seu tomador; caso ela não esteja, é necessário repensá-la.
  • Tomada de decisão baseada em intuição: as características principais são: menos julgamentos, crenças, programações pessoais e mais reflexões e sabedoria, com decisões mais sustentáveis.

 Como vemos, a informação é necessária para as modernas organizações porque oferecem significativa vantagem competitiva. Ao conceito de informação estratégica se dá o nome de IPVC (Informação para Uma Vantagem Competitiva. Organizações que não se preocupam em atualizar suas informações gerenciais estão brincando com sua sobrevivência. Sistemas de informação precisam ser flexíveis para adaptar as circunstâncias do ambiente externo, em constante transformação, às necessidades estratégicas da administração da empresa.

Nesse contexto, a Comunicação é de extrema importância, pois é através dela que a organização e seus membros trocam informações, formam entendimentos, coordenam atividades, exercem influência, socializam-se, além de gerarem e manterem sistemas de crença, símbolos e valores. A Comunicação Administrativa é a “cola” que mantém a organização unida.

Bem, espero ter contribuído com algo em seus processos decisórios… Já dizia o velho guerreiro “Quem não comunica, se estrumbica!”.

Escrito com base no material: Processo Decisório, de Gilberto de Oliveira Moritz e Maurício Fernandes Pereira. Florianópolis: SEAD/FSC, 2006.

 

Escrito por Edilene Paiva Bastos.

WhatsOpa!

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Aproveitando as oportunidades com o uso do WhatsApp no ambiente corporativo.

Atualmente vivemos tanto a conectividade e dependentes disto, a forma de se comunicar mudou.  Os smartphones são responsáveis  cada vez mais pela necessidade que temos em consultar e receber informações e resolver os problemas do dia a dia. Sem eles, a maioria das pessoas não se sentem completas.

O WhatsApp, um super  exemplo de conectividade,  tornou-se  uma forma de fazer amizades, integrar pessoas que mal se conhecem de fato e estimula se expor sem ser visto olho no olho,  parece ser mais a vontade escrever,  fazer parte de um grupo por exemplo para falar bom dia através de um meme de internet . Será que somos outras pessoas no WhatsApp?

Aproveitando este cenário, as empresas tem pensado em formas mais atuantes como aplicativos e formatos responsivos (formatos de sites, blogs, etc. ajustados para acessos através de tablets e smartphones) para atender estas necessidades. E opa! Muitas já utilizam o WhatsApp como ferramenta de comunicação corporativa.

WhatsApp – Estatísticas

Lançado em 2009, sendo  um aplicativo multiplataforma de mensagens instantâneas e chamadas de voz para smartphones, de acordo com o Financial Times, o WhatsApp “tem feito para SMS em celulares o que o Skype fez para chamadas internacionais em telefones fixos”.  Fonte: Wikipédia

Em setembro deste ano, o CEO e co-fundador da WhatsApp, Jan Koum, anunciou em seu perfil no Facebook  que a marca atingiu 900 milhões de usuários no mundo todo. Deste número, o Brasil possui cerca de 40 milhões de usuários e é o 4º maior em tráfego  aplicativo da internet móvel. Perdendo apenas para o Facebook, Chrome e Youtube.

Sabendo que existem outros aplicativos que desenvolvem o mesmo papel como o Wechat e o Hangout (não com a mesma popularidade), o WhatsApp pode ser considerado um fenômeno na comunicação.

WhatsApp nos negócios

As empresas têm aderido com mais rapidez a novos meios digitais para se aproximar ainda mais do seu consumidor (e públicos de interesse) capazes de estar on line na maior parte do tempo. Ou seja, pelo o WhatsApp, mais chances da sua comunicação ser efetiva, sem “distâncias” e em menos tempo, o que permite uma real aproximação com os públicos que a constituem.

Meios de comunicação televisivos, como o telejornal Bom Dia São Paulo apresentado pelo jornalista Rodrigo Bocardi já aderiram  ao WhatsApp como mais um canal de trocas de informações com telespectadores. Já os jornais  o  Estadão e a Folha de São Paulo o utilizam com o objetivo de compartilhar informações com seus leitores.

Outro dia entrei em uma pequena loja de cosméticos e roupas interessada em uma peça da vitrine,  a vendedora me atendeu e na saída solicitou o meu número para adicionar ao aplicativo e receber as novidades e promoções da loja. Exemplo de que todo os portes de empresa podem aproveitar este meio.

Outro exemplo vivo do qual tenho orgulho em estar participando, é a geração de mailing incluindo uma base de pessoas que se inscrevem nos eventos da FIESP, interessadas em receber contato por WhatsApp além do SMS (que já existia). A idéia é realizar ações num futuro próximo com estes dados, incluindo um processo de interatividade desde o início da inscrição, durante e pós evento.

FIESP

Já existem muitas empresas especializadas em monitorar estas trocas, enfim, é uma questão de praticidade que tem mudado a dinâmica de muitas companhias.

Dica: complemento de leitura – acesse:  http://dtcom.com.br/whatsapp-como-ferramenta-de-trabalho/, site da empresa DTCom, especialistas em educação e comunicação corporativa e tem como clientes a Petrobras e Algar. Achei interessante pelo termo “educação corporativa”, será que temos que nos educar em geral antes de comunicar?

Isabela dos Santos Spino, RA 4115146 – Especialista em  Marketing, bacharel em Turismo e Organização e Gestão de Eventos e pós-graduanda em Comunicação Corporativa. Analista de Eventos na FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

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